Pessoal

Professores

Daniel Gonçalves Bonoto

Daniel Gonçalves Bonoto

Bacharel em Bioquímica pela Universidade Federal de Viçosa, mestre em Microbiologia Agrícola pela mesma Universidade e doutor em Microbiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de Microbiologia Industrial e de Fermentação com ênfase em Otimização de Processos Fermentativos e Produção de Enzimas de Interesse Industrial. Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Centro-Oeste Dona Lindu.

José Antônio da Silva

José Antônio da Silva

Professor Adjunto 2 da Universidade Federal de São Del Rei. Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1996) e Mestrado e Doutorado em Biologia Funcional e Molecular pela Universidade Estadual de Campinas (2005). Tem ampla experiência na área de Bioquímica, com ênfase em proteínas, atuando principalmente nos seguintes temas: purificação e caracterização de proteínas e suas atividades biológicas. Trabalha com inibidores de serinoproteases e lectinas de sementes; purificação e caracterização estrutural de citocromo P450 redutase de peixe Curimbatá; cristalização e determinação da estrutura tridimensional de proteínas de origem vegetal. Tem atuado na área de ensino superior, como professor das disciplinas Bioquímica Básica (Estrutural e Metabólica), Práticas de Bioquímica e Bioquímica Clínica.

Paulo Afonso Granjeiro

Paulo Afonso Granjeiro

Professor Adjunto III do Campus Centro Oeste “Dona Lindu” da Universidade Federal de São João del-Rei, em Divinópolis-MG. Professor de Enzimologia e Práticas em Bioquímica Analítica para o curso de Bioquímica e Enzimologia e Metabolismo para o curso de Farmácia da UFSJ. Na Pesquisa desenvolve projetos nas áreas a) Purificação e caracterização de proteínas vegetais para determinação de suas atividades biológicas, como antimicrobiano, edematogênico, anti-hemorrágico e antitumoral. b) Produção, purificação e caracterização de biossurfactantes para aplicação na saúde humana. Na Extensão Universitária desenvolve projetos multidisciplinares em Síndrome Metabólica e Popularização da Ciência e Tecnologia. No Ensino coordena o oferecimento de cursos de inverno para estudantes do ensino médio. Foi coordenador do curso de Farmácia da UNIPINHAL de 2002 a 2008 e de Bioquímica da UFSJ de 2009 a 2012. Possui experiência na elaboração e implementação de projeto político pedagógico para cursos de graduação em Bioquímica e Farmácia. Coordenador Local do Programa de Pós-graduação Multicêntrico em Bioquímica e Biologia Molecular. Colaborador no Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde e no Programa de Pós-graduação em Biotecnologia do CCO da UFSJ. Possui graduação em Farmácia pela UNESP de Araraquara-SP (1996), Mestrado e Doutorado em Biologia Funcional e Molecular na área de Bioquímica pela UNICAMP (1998 e 2001).

Técnicos de Laboratório

Adriano Guimarães Parreira


Natural de Divinópolis, MG, bacharel e licenciado em Biologia, mestre e doutor em Microbiologia pela UFV. Professor FUNEDI-UEMG, trabalha como técnico de Laboratório na UFSJ-CCO. Atualmente, desenvolve trabalhos nas áreas de biossurfactantes, qualidade da água, biossegurança laboratorial.

Alunos

Amanda Ladislau Monteiro

Graduanda Bioquímica


Aluna de Iniciação Científica na linha de pesquisa em Bioetanol: fermentação de pentoses por leveduras isoladas de resíduos lignocelulósicos da cadeia produtiva da macaúba. A obtenção de etanol celulósico a partir de subprodutos lignocelulósicos representa ao mesmo tempo um processo arrojado e ideal do ponto de vista ambiental, e uma solução econômica frente ao aumento da demanda de energia renovável. Pretende-se obter linhagens com capacidade fermentativa de pentoses/hexoses para produção de bioetanol celulósico. Como perspectivas, numa segunda etapa, linhagens industriais já consagradas nas usinas produtoras de etanol do País serão submetidas às técnicas de engenharia metabólica, sendo transformadas com vetores de expressão contendo os genes que codificam as enzimas envolvidas na fermentação de pentoses isolados na presente proposta. Portanto, pretende-se obter linhagens com capacidade de fermentar xilose e arabinose, e que não são efetivamente fermentados pelas linhagens de Saccharomyces cerevisiae industriais. Orientada pelo prof. Daniel Bonoto Gonçalves.

Cibele Garcia Bastos

Graduanda Bioquímica


Aluna de iniciação científica atuante na Linha de Pesquisa de Desenvolvimento de pesquisa na área de produção, extração, purificação e caracterização de biossurfactantes, bem como o uso destes para aplicações biotecnológicas na área biomédica. A busca por microrganismos produtores de biossurfactantes, a sua extração e sua caracterização são de grande importância biotecnológica. Esses bioprodutos têm como características principais, as suas atividades antimicrobianas, antiadesiva, anticorrosivas e seu grande potencial emulsificante. Eles são comumente utilizados desde agricultura, biorremediação, indústria de alimentos, mineração até na área biomédica. Assim, existe uma grande tendência movida pela necessidade de substituição dos surfactantes sintéticos, que são compostos não biodegradáveis ou pouco biode¬gradáveis, tóxicos e com pouca especificidade por moléculas mais brandas, que poluem menos e de alta especificidade, tanto para uma atuação mais seletiva quanto para uma atuação mais efetiva na área de biotecnologia. Orientada do prof. Paulo Afonso Granjeiro. Bolista PIBEX no projeto de popularização da Ciência.

Danielle Almeida

Graduanda Bioquímica


Bolsista de Iniciação Cientifica na Linha de pesquisa: Constitui na produção, caracterização da surfactina, biossurfactante lipopeptídico produzido por Bacillus subtilis ATCC19659 e sua atividade antiadesiva contra bactérias formadoras de biofilme em superfícies implantáveis. Os biossurfactantes são compostos anfipáticos capazes de reduzir a tensão superficial (água-ar) e interfacial (água-óleo), sendo um potente agente emulsificante de interesse industrial e alto valor agregado. Apresentam diversas aplicações, como na biorremediação, nas indústrias de cosméticos, na agricultura e apresenta uma grande atuação na área médica por seu possível potencial antimicrobiano e sua atividade antiadesiva. Os biossurfactantes são metabólitos secundários de origem microbiana e são classificados de acordo com sua origem e a estrutura molecular. Sendo os principais produtores de biossurfactante Bacillus subtilis que por sua vez produz um lipopeptídeo, a surfactina e Pseudomonas aeruginosa produtora do glicolipídeo, rhamnolipideo. Situações onde são necessários intervenções cirúrgicas para a introdução de implantes, é de grande importância a utilização de compostos capazes de impedir a formação de biofilme microbiano, problema sério que leva a infecções graves acarretando na remoção total do implante e desconforto ao paciente.

Dávia Guimarães Pompeu

Doutoranda PMBqBM


Meu trabalho está relacionado com a pesquisa das potenciais atividades biológicas das lectinas purificadas a partir da semente da quinua, um pseudocereal de origem andina muito utilizado na alimentação dos povos da região e também o desenvolvimento de plataformas de entrega desta proteína. Orientada do prof. Dr. Paulo Afonso Granjeiro.

Eric Avlis Medeiros Ferreira

Graduando Farmácia


Aluno de Iniciação Científica, atualmente trabalhando com Purificação e Caracterização de Lectinas de sementes de Chenopodium quinoa e avaliação de sua atividade antimicrobiana quando acoplado ao açúcar específico. Orientador: Dr. Paulo Afonso Granjeiro.

Fernanda Souza Carvalho

Mestranda PPGBiotec


Graduada em Bioquímica pela Universidade Federal de São João Del Rei.
Trabalha na área de produção, purificação e caracterização de biossurfactantes a partir de Bacillus subtilis ATCC19659 para avaliar o potencial efeito anti-adesivo em próteses dentária. O uso de substâncias bioativas de fonte biotecnológica, como os biossurfactantes de origem microbiana, apresentam baixa toxicidade, são biodegradáveis, além de possuir atividades antimicrobiana, antitumoral e anti-adesiva já comprovada na literatura. A potencialidade do uso dos biossurfactantes, ramnolipídeos e surfactina na saúde humana é alta e traz perspectivas para a ampliação de seu uso aliadas às inúmeras estratégias estabelecidas para o combate das enfermidades. Sendo assim a pesquisa busca estabelecer um modelo para estudar o desenvolvimento de novos biomateriais, utilizados como próteses dentárias com a finalidade de promover menor rejeição e maior funcionalidade. Melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir os custos com o tratamento e cirurgias). Orientada pelo Prof. Dr. Paulo Afonso Granjeiro.

Flávia Cristina Policarpo Tonelli

Graduanda Bioquímica


Aluna de iniciação científica. Integrante do projeto de pesquisa de purificação e caracterização de inibidores de protease (IP) de sementes de Albizia niopoides. Para evolução do projeto, avalia-se as condições ideais de extração (diferentes: soluções, tempos, temperaturas, e precipitação com sulfato de amônio), obtendo-se assim melhor razão inibidor/proteínas totais nas etapas posteriores que culminarão na completa purificação da proteína e testes biológicos. Bolsista PIBEX do projeto “Programa de popularização da ciência, tecnologia e inovação para as escolas de Divinópolis-MG”.

Flaviana da Silva Chaves

Graduanda Bioquímica


Aluna de iniciação científica da área de Processos microbiológicos e biotecnológicos. Linha de Pesquisa: Biodescoloração de Azo corantes por leveduras isoladas de efluentes têxteis. O processo de biodescoloração é otimizado através da Metodologia de Superfície de Resposta, o qual se baseia em planejamentos fatoriais. Realiza-se análises estatísticas para investigação de como a resposta (biodescoloração) depende dos fatores estudados, para isso serão realizados o Delineamento Fatorial Fracionado e o Delineamento Composto Central Rotacional.

Gilvânia Aparecida Rabelo Cordeiro

Graduanda Bioquímica


PRODUÇÃO DE BIOETANOL DE SEGUNDA GERAÇÃO
A obtenção de etanol celulósico a partir de subprodutos lignocelulósicos representa ao mesmo tempo um processo arrojado e ideal do ponto de vista ambiental, e uma solução econômica frente ao aumento da demanda de energia renovável. Também, esta tecnologia permite aumentar a viabilidade de cadeias produtivas diversas como a da macaúba e do Biodiesel, ao agregar valor aos subprodutos gerados.
PROJETO DE EXTENSÃO E PESQUISA DO PET SOBRE CORANTES EM EFLUENTES.
As tecnologias empregadas hoje no tratamento de resíduos têxteis, não são capazes de remover a totalidade dos corantes e ainda resultam em problemas relacionados com o acúmulo de lodo. Além disso, como não há inoculação de microrganismos, a degradação ocorre de forma não controlada nas estações de tratamento, onde a eficiência do processo pode ser controversa. Os tratamentos tradicionais de águas originadas de resíduos têxteis, tais como a coagulação química, a separação por membrana, como ultra-filtração e osmose reversa, ou a absorção por carvão ativado somente promovem a transferência de fase do poluente. Além disso, tratamentos biológicos como lodo ativado, são consideradas soluções insatisfatórias para esses efluentes, devido ao elevado conteúdo de corantes, agentes tenso-ativos e outros aditivos, que geralmente são compostos orgânicos de estrutura complexa e que provocam resistência à degradação. Portanto, é necessário o desenvolvimento de tecnologia para a biodegradação eficiente e segura dos corantes têxteis. Neste sentido, este trabalho pretende gerar inóculos de cultura pura, ou consórcio de microrganismos com capacidade de biodegradação de um amplo espectro de azo- corantes. Orientada pelo prof. Dr. Daniel Bonoto Gonçalves.

Gustavo Gontijo Dias

Graduando Bioquímica


Integrante do Projeto de Extensão “Popularização da Ciência e Metodologia de Ensino de Professores do Ensino Médio de Escolas Públicas e Privadas de Divinópolis, MG” através do PET bioquímica. Integrante do projeto de pesquisa de purificação de lectinas de semente de Chenopodium quinoa. Orientado pelo Prof. Dr. Paulo Afonso Granjeiro

Helon Guimarães Cordeiro

Graduando Bioquímica


Atua na área de purificação e caracterização de Lectinas de Albízia niopoides. Atua no Programa de Extensão Tutorial da Bioquímica (PET) na linha de pesquisa sobre Popularização da Ciência em Divinópolis. Orientado do Prof. Paulo Afonso Granjeiro.

Jéssica Barbosa Pereira

Graduanda Bioquímica


Aluna de Iniciação Científica. Linha de Pesquisa: Produção de Bioetanol a partir de biomassa lignocelulósicos e Biorremediação de efluentes têxteis. A produção de etanol celulósico a partir da biomassa lignocelulósicas representa ao mesmo tempo um processo arrojado e ideal do ponto de vista ambiental, e uma solução econômica frente ao aumento da demanda de energia renovável, sendo necessário, para tal a utilização de linhagens microbianas capazes de fermentar tanto pentoses, quanto hexoses presentes nesses materiais. As tecnologias empregadas hoje no tratamento de resíduos têxteis, não são capazes de remover a totalidade dos corantes e ainda resultam em problemas relacionados com o acúmulo de lodo. Além disso, como não há inoculação de microrganismos, a degradação ocorre de forma não controlada nas estações de tratamento, onde a eficiência do processo pode ser controversa. Portanto, é necessário o desenvolvimento de tecnologia para a biodegradação eficiente e segura dos corantes têxteis.). Orientada pelo Prof. Dr. Daniel Bonoto Gonçalves.

Juscelino de Souza Borges Neto

Mestrando PPGCS


Graduado em Educação Física pela Universidade Federal de Goiás
Especialista em Exercício Físico Aplicado à Reabilitação Cardíaca pela Universidade Gama Filho. Atua no projeto multidisciplinar sobre prevalência de síndrome metabólica em pacientes com Esquizofrenia de Divinópolis – MG. Orientador Prof. Dr. Paulo Afonso Granjeiro.

João Viana de Oliveira e Costa

Graduando Bioquímica.


Aluno de iniciação científica no projeto de Purificação, caracterização bioquímica e atividade biológica da lectina de Piptadenia gonoacantha. As lectinas são proteínas que apresentam a capacidade comum de ligar-se a carboidratos específica e reversivelmente, podendo ou não aglutinar células. Sua habilidade em aglutinar células é uma característica fisiológica reconhecida que depende de sua especificidade e elevada afinidade de ligação para carboidratos particulares na superfície celular. Pretende-se neste projeto trabalhar com lectinas de sementes da Piptadenia gonoacantha previamente purificadas a fim de estabelecer e consolidar as metodologias de purificação e caracterização de proteínas em sementes. Estas metodologias são necessárias para auxiliar a exploração científica da flora do cerrado de Minas Gerais, uma vez que nesta região existem plantas semelhantes a quinua. Assim, este projeto tem como objetivo isolar as proteínas responsáveis pela atividade hemaglutinante em sementes de quinua e realizar sua caracterização estrutural e funcional através de técnicas cromatográficas, espectroscópicas, espectrometria de massas, eletroforéticas, testes de hemaglutinação com diversos tipos sanguíneos, especificidade para açúcares e resistência a agentes desnaturantes (temperatura, pH e DTT).

Sílvia Ramos Silva

Graduanda Bioquímica


Desde o início da graduação me engajei em projetos de iniciação científica na UFSJ, sendo que durante a graduação também participei por 2 anos do Projeto de Formação Complementar em Matemática da UFMG como bolsista do CNPq por já ter sido medalhista das Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas. Na UFSJ atuei na área da saúde em pesquisa e desenvolvimento de fármacos para câncer e doenças neurológicas e atualmente migrei para a área de processos biotecnológicos industriais onde descobri minha maior afinidade. Em nosso projeto desenvolvemos otimização de processos utilizando microrganismos para tratamento de efluentes têxteis, sendo um trabalho de grande valor ecológico e importante para a região que é polo de moda. Orientada pelo Prof. Dr. Daniel Bonoto Gonçalves.

Virgínia Campos Silvestrini

Graduanda Bioquímica


Aluna de iniciação científica que atua no projeto de purificação e caracterização de Lectinas e inibidores. Orientada pelo Prof. Dr. José Antônio da Silva.